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EQUIPAMENTOS > EDIFÍCIO SEDE DA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DO PORTO

 

localização: Porto

data de projecto: 2001

fase: construída

área de construção: 1.700 m2

 

A proposta partiu de alguns pressupostos que nos pareceram fundamentais: por um lado, possibilitar a posterior ampliação à custa da actual sede, por outro, permitir uma versatilidade na distribuição dos espaços necessários ao funcionamento da instituição, de modo a não comprometer futuras organizações programáticas.

Partindo destas premissas considerou-se obrigatório respeitar a cota de pavimento dos pisos do actual Edifício Sede de modo a permitir futuras ligações.
Para além deste factor, optou-se também por definir os elementos estruturantes, como pilares e vigas, comunicações verticais, ascensor e caixa de escadas, zonas de recepção e espera e, ainda, as instalações sanitárias.
Todos os restantes elementos, paredes divisórias que definem compartimentos ou áreas de circulação, poderão resolver-se de vários modos, possibilitando organizações espaciais diversas.

Uma das opções que caracteriza o novo edifício de maneira distinta do actual, é a opção de o piso térreo se abrir á rua e permitir um acesso do público, mais directo e franco, pelo que o rés do chão da Nova Sede se encontra praticamente ao nível do arruamento.
Uma zona de duplo pé-direito, localizada na entrada, permite a relação entre os dois primeiros andares, onde se localizam as áreas de acesso do público.
Ainda neste piso, e com contacto também com o arruamento, resolver-se o auditório, no fim do logradouro, sendo que, numa posterior ampliação, encontrar-se-á praticamente à cota do actual, permitindo duplicar a sua capacidade de 180 para 360 lugares.
Os pisos acima, isto é, o 3º, 4º, 5º e recuado, recebem os restantes espaços que complementam o programa. Propôs-se que o último, por questões de funcionamento, recebesse as áreas de reserva designadamente as salas de formação e o anterior, ou seja o 4º, as áreas dos Conselhos. A Direcção encontra-se no 3º piso de modo a facilitar o acesso do público aos pisos inferiores. No entanto, e dadas a características descritas inicialmente, esta distribuição do programa admite variações e outras hipóteses de organização.

A escada e o elevador implantam-se a nascente e encostam-se às infra-estruturas com o mesmo carácter, existentes no edifício vizinho. O espaço imediatamente a seguir ao elevador destina-se a eventuais ligações futuras a estabelecer com o edifício já existente.
As instalações sanitárias organizam-se sensivelmente a meio do edifício encostando-se a uma das linhas estruturais.
As áreas de distribuição e consequentes zonas de espera localizam-se entre as comunicações verticais e as referidas baterias sanitárias, sendo que, os corredores de distribuição permitem a sua organização a norte ou a sul, consoante as necessidades dimensionais dos compartimentos.
O estacionamento resolve-se no sub-solo e o acesso automóvel faz-se pelo lado poente.

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